Doze bombas de água irregulares foram apreendidas nesta quarta-feira (25) durante operação para combater o cultivo ilegal de camarões às margens do Rio Piranji, na praia de Parajuru, em Beberibe, no litoral leste do Ceará. Na ação, foram utilizados barcos a motor, flutuadores, caminhões com muques e capatazia.

Essa foi a segunda fase da Operação. A primeira ocorreu em junho desse ano, onde foram lacradas todas as bombas de água que mantinham o funcionamento irregular e registrado o procedimento na delegacia local. 

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Na época foi constatado por especialistas ambientais que tal cultivo estava desviando o percurso do rio, matando o mangue local e todo meio ambiente original.

“Recebemos novas denúncias sobre o funcionamento das bombas lacradas na primeira ação e de pronto fomos verificar. 

Ao constatar a violação do embargo realizamos a apreensão das mesmas com o objetivo de cessar o grave dano ambiental. Nenhum dos produtores possui licença para o cultivo, assim agimos antes que o meio ambiente original seja destruído por completo”, afirmou o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, Tenente Coronel Ricardo Mota.

Por causa do descumprimento de embargo administrativo e por fazer funcionar empreendimento poluidor sem licença do órgão competente, a Secretaria Estadual do Meio-Ambiente (Semace) aplicou duas multas administrativas, cada uma no valor de R$100 mil.
Fonte: SSPDS
beberibe

Operação combater o cultivo ilegal de camarões em Beberibe

Doze bombas de água irregulares foram apreendidas nesta quarta-feira (25) durante operação para combater o cultivo ilegal de camarões às margens do Rio Piranji, na praia de Parajuru, em Beberibe, no litoral leste do Ceará. Na ação, foram utilizados barcos a motor, flutuadores, caminhões com muques e capatazia.

Essa foi a segunda fase da Operação. A primeira ocorreu em junho desse ano, onde foram lacradas todas as bombas de água que mantinham o funcionamento irregular e registrado o procedimento na delegacia local. 

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Na época foi constatado por especialistas ambientais que tal cultivo estava desviando o percurso do rio, matando o mangue local e todo meio ambiente original.

“Recebemos novas denúncias sobre o funcionamento das bombas lacradas na primeira ação e de pronto fomos verificar. 

Ao constatar a violação do embargo realizamos a apreensão das mesmas com o objetivo de cessar o grave dano ambiental. Nenhum dos produtores possui licença para o cultivo, assim agimos antes que o meio ambiente original seja destruído por completo”, afirmou o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, Tenente Coronel Ricardo Mota.

Por causa do descumprimento de embargo administrativo e por fazer funcionar empreendimento poluidor sem licença do órgão competente, a Secretaria Estadual do Meio-Ambiente (Semace) aplicou duas multas administrativas, cada uma no valor de R$100 mil.
Fonte: SSPDS
beberibe